Calçados de Segurança: Estatísticas que você precisa conhecer

Calçados de Segurança: Estatísticas que você precisa conhecer

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Todo profissional que trabalha em ambientes que apresentam algum tipo de risco à saúde ou integridade física, precisa utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Existe uma legislação que trata especificamente desse assunto e uma norma regulamentadora que deixa claro a obrigatoriedade do uso de EPI, que é a NR-6. Mas, muitos profissionais acabam sendo negligentes e não utilizam o material adequado ou, às vezes, até usam, mas de forma incorreta.

O resultado desse descuido é o aumento do risco de acidentes de trabalho, que podem ser simples e não deixarem sequelas ou danos permanentes. Mas, também podem ser mais graves e deixar marcas ou, pior ainda, ter efeito permanente, causando a morte do profissional. É responsabilidade da empresa fornecer o EPI e treinamento necessários e responsabilidade do funcionário fazer o uso correto desse material.

Todos os anos, milhares de profissionais se ausentam do trabalho por causa de acidentes. Isso é ruim para o profissional, porque o afasta de suas atividades, o obriga a dar entrada no INSS e pode até prejudicar sua carreira. Também é ruim para a empresa, porque precisa substituir o seu funcionário e investir tempo para ensinar um trabalho que não estava programado.

Em 2015, o Instituto Nacional de Seguridade Social registrou 612.632 acidentes de trabalho, uma queda de 14% em relação ao ano anterior, que teve 712.302 acidentes. O número de mortes foi de 2.502, representando uma queda de 11% em relação a 2014, quando houve 2.819 mortes. Esses números deixam o Brasil como o 4o país do mundo que mais registra acidentes de trabalho. O INSS teve que pagar R$ 5 bilhões ao todo em indenizações por acidente de trabalho, o que acaba encarecendo a máquina pública.  

Os trabalhadores do sexo masculino representam 70,32% do total de acidentes e as mulheres são responsáveis por 29,67% deles. Dos 503 mil acidentes registrados com o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT), 76,28% foram acidentes típicos, decorrentes da atividade profissional. Os acidentes de trajeto representaram 21,08% dos acidentes e os por doença, apenas 2,63%. Desse total, 11 mil acidentes resultaram em incapacidade permanente.

Acidentes com os pés

Os pés estão entre as partes do corpo que mais sofrem com os acidentes de trabalho. De acordo com o estudo do INSS, foram registrados mais de 39 mil acidentes na região dos pés, com exceção dos artelhos. Isso coloca essa região do corpo como a 2ª que mais sofre acidentes de trabalho.

Dentre os ferimentos que mais acontecem por causa do uso indevido do Calçado de Segurança ou até mesmo por descuido na hora da realização das atividades, estão as luxações, entorses e distensão das articulações e ligamentos ao nível do tornozelo e pé, com mais de 27 mil acidentes registrados. Os ferimentos do tornozelo e do pé vêm logo na sequência, com mais de seis mil incidentes registrados.

Profissões de risco

Os profissionais de serviços foram os que mais registraram acidentes de trabalho típicos durante o ano de 2015, que é a edição mais recente do anuário da Previdência Social. Isso inclui áreas como atividades domésticas, hotelaria, alimentação, beleza e segurança. Já por setor de atividade, a indústria representou 41,09% dos acidentes registrados com CAT e serviços significou 55,69% dos acidentes. A agropecuária teve 3,23% dos acidentes.

Todos esses números mostram que realmente há riscos em determinadas profissões e esses riscos podem ser minimizados quando os EPIs necessários são utilizados. Em acidentes graves eles podem não ser suficientes para a devida proteção do profissional, mas nos acidentes em que os riscos são menores, eles podem proteger a integridade física do profissional e evitar que algo pior aconteça.

A importância do Calçado de Segurança

São números como esses que reforçam a importância do Sapato de Segurança devidamente amparado pelo Certificado de Aprovação, que certifica que o material foi devidamente testado e aprovado para uso. O profissional que precisa utilizar um EPI como o Botina de Segurança irá se sentir mais seguro e, de fato, estará mais seguro, com os pés devidamente protegidos de inúmeros riscos.

O Calçado de Segurança, seja ele de couro, PVC, nylon ou poliuretano, representa uma segurança e conforto para o profissional, que pode realizar suas atividades de forma mais segura e amparada. Se for um Calçado de Segurança com a biqueira reforçada em aço ou composite, melhor ainda para a saúde dos pés e dos dedos do profissional.

Apesar do alto número de acidentes de trabalho registrado no país, este cenário já foi pior e registrou mais incidentes. Em 1972, havia 12 milhões de trabalhadores no país e cerca de 1,2 milhão de acidentes registrados, o que representava 10% da população economicamente ativa. Em 2015, eram 48 milhões de trabalhadores e 612 mil acidentes registrados, representando apenas 1,3% da população economicamente ativa. Essa redução aconteceu graças ao aumento da fiscalização e a criação de normas regulamentadores e padrões a serem seguidos.

Você acha importante o uso correto do Calçado de Segurança e EPIs em geral nos ambientes de trabalho com riscos para o profissional? O que achou dos números apresentados aqui? Compartilha com a gente a sua opinião sobre este tema. Queremos construir um mercado de EPIs cada vez mais seguro e bem informado e queremos que você venha com a gente.

Até breve!
WorkEPIs Calçados de Segurança

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4 Comentários

  1. José Maria Menezes disse:

    Muito esclarecedor. Valeu todo o trabalho de divulgação.

  2. Paula Maria disse:

    Realmente muito esclarecer ! Já conheço os produtos da Work, são muito bons, duráveis, com um custo benefício incrível, recomendo.

    • Equipe WorkEPIs disse:

      Prezada Paula, boa tarde!
      Muito obrigado por sua participação em nosso Blog!
      Obrigado por sua recomendação sobre os nossos produtos!
      Estamos trabalhando para atender às expectativas deste mercado tão competitivo!
      Fique conosco e um grande abraço!
      Equipe WorkEPIs

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