Esta Norma especifica requisitos básicos e adicionais (opcionais) para Calçados de Segurança utilizado para propósitos gerais. Inclui, por exemplo, riscos mecânicos, resistência ao escorregamento, riscos térmicos e comportamento ergonômico.
Riscos especiais são cobertos por Normas de trabalhos específicos (por exemplo, Calçado de Segurança para bombeiros, Calçado de Segurança com isolamento elétrico, proteção contra acidentes por motosserra, proteção contra químicos e metais fundidos, proteção para motociclistas).
A Botina de Segurança é dotada de características específicas para proteger o trabalhador dos danos que podem ser causados por acidente de trabalho. Para isso, a NBR 20345 foi criada para garantir que todas essas especificidades sejam produzidas seguindo um padrão estabelecido, que possa ser fiscalizado.
A NBR 20345 estabelece requisitos básicos para a seguintes áreas das Botinas de Segurança:
| Desenho | Altura do cabedal.
Área do salto. |
| Calçado completo |
Desempenho da sola: sua construção e resistência da união cabedal/sola. Proteção dos dedos: generalidades, comprimento interno da biqueira e resistência ao impacto, entre outros. Resistência ao vazamento, escorregamento em pisos diversos. |
| Cabedal |
Generalidades. Espessura. Resistência ao rasgamento e flexão. Propriedades de tração. Valor do pH, hidrólise e teor do cromo VI. |
| Forro da gáspea | Resistência ao rasgamento e abrasão.
Permeabilidade e coeficiente de vapor de água. Valor do pH. Teor de Cromo VI. |
| Forro da lateral |
Resistência ao rasgamento e abrasão. Permeabilidade e coeficiente de vapor de água. Valor do pH. Teor de cromo VI. |
| Lingueta |
Resistência ao rasgamento. Valor do pH. Teor de cromo VI. |
| Sola | Desenho
Resistência ao rasgamento, abrasão, flexão e união entre camadas. Hidrólise. |
| Palmilha de montagem
Palmilha interna |
Espessura. pH. Absorção de água. Abrasão da palmilha de montagem e interna. Cromo VI. |
Existem inúmeras fábricas, de marcas diferentes, que produzem Calçados de Segurança. Muitos trabalhadores, expostos a situações de risco diariamente, utilizam esses EPIs com a certeza de que estão protegidos. Para garantir que eles estejam utilizando material de primeira qualidade, a NBR 20345 estabeleceu esses requisitos básicos de qualidade e resistência para minimizar os possíveis riscos a que esses profissionais estão expostos.
É essencial que o empregador se atente a importância dessa Norma e que apenas forneça aos seus funcionários material de qualidade, que atende os requisitos básicos da NBR 20345.
Criamos um guia para que você possa conhecer melhor as informações contidas na NBR 20345. Siga nos acompanhando que iremos aprofundar este assunto em próximos posts. O que você acha de uma Norma específica para esse EPI? Acredita que isso aumenta a segurança do trabalhador? Comenta abaixo, vamos adorar continuar essa conversa.
Queremos construir um Mercado de EPIs cada vez mais seguro e bem informado, e queremos que você venha conosco.
Até breve!
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Essas duas normas podem ser vistas como complementares e ambas devem ser respeitadas, cada uma de acordo com o que estabelece, para minimizar os riscos de ferimento em caso de acidente de trabalho. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) criou a NBR 20345 para garantir que as Botas de Segurança sigam um padrão de qualidade mínimo. A partir do momento em que o EPI está pronto, entra em ação a NR 6, que trata da obrigatoriedade de utilização e das responsabilidades do empregador e funcionário sobre seu uso correto.
Esta Norma especifica requisitos básicos e adicionais (opcionais) para Botas de Segurança utilizado para propósitos gerais. Inclui, por exemplo, riscos mecânicos, resistência ao escorregamento, riscos térmicos e comportamento ergonômico.
Riscos especiais são cobertos por Normas de trabalhos específicos (por exemplo, Bota de Segurança para bombeiros, Bota de Segurança com isolamento elétrico, proteção contra acidentes por motosserra, proteção contra químicos e metais fundidos, proteção para motociclistas).
A NBR 20345 estabelece um padrão mínimo de qualidade, tanto nos materiais utilizados quanto na forma como o EPI é fabricado. Entre os principais pontos cobertas por essa importante Norma, estão:
Cada um desses itens deve ser produzido respeitando uma resistência a determinados tipos de materiais e superfícies, protegendo o trabalhador nas mais variadas situações do dia a dia. Botas de Segurança feitas em concordância com a NBR 20345 são mais seguras, confiáveis e de maior durabilidade.
A NR 6 é específica para o uso de EPIs e fala detalhadamente sobre as responsabilidades do empregador, as responsabilidades do empregado e, por fim, do vendedor ou importador do produto. Além de deixar claro a obrigatoriedade do Certificado de Aprovação para a comercialização da Bota de Segurança. Sem o CA, as botas não podem ser colocados à venda, caso contrário, estarão infringindo a legislação da área.
A NR 6 estabelece as seguintes responsabilidades para o empregador, empregado e vendedor.
A NBR 20345 e a NR 6 foram desenvolvidas pensando no bem estar geral do mercado, das áreas que precisam da utilização de EPIs. E o cumprimento dessas normas garante que todos os profissionais envolvidos estão amparados e fazendo sua parte para minimizar os riscos que são naturais de determinadas profissões. Isso é importante para reduzir o número de acidentes com vítima, o afastamento do profissional e despesas extras provocadas por imprevistos.
Este é um conteúdo desenvolvido para mostrar a você um pouco sobre as normas que regem o mercado de EPIs, mais especificamente as Botas de Segurança. O que achou do material apresentado? Tem alguma observação a fazer ou informação a acrescentar? Comenta abaixo, vamos adorar continuar essa conversa.
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Profissionais como bombeiros, policiais, equipes de resgate, forças especiais, entre outros, passam boa parte de seus dias em pé e entram em contato com os mais variados tipos de solo. Para que possam fazer isso de forma confortável e segura, eles precisam de um calçado que proteja seus pés das variações de temperatura, de serem molhados, de perfurações e contato com produtos químicos. Para cada um desses casos, há um coturno específico.
Antes de iniciar qualquer tipo de atividade, é importante conhecer suas particularidades e especificidades para entender que tipo de EPI será necessário para oferecer a proteção correta. Pensando nisso, iremos apresentar os principais tipos de Coturno Militar disponíveis no mercado nacional.
Modelo conhecido como Desert, por ser recomendado para atividades em locais com temperatura superior a 25 graus. O Coturno Militar para para Alta Temperatura tem painéis respiráveis em lona ou tecido tipo cordura, com uma barreira dissipadora de calor na sola. Este EPI é preparado para resistir às altas temperaturas, com solado reforçado e material resistente em seu cabedal, além de ilhoses que facilitam a respiração.
Modelo semelhante ao criado para altas temperaturas, mas preparado para ambientes mais úmidos. Possui painéis laterais de lona e ilhoses que facilitam a respiração, além de ter um solado resistente que protege os pés do contato com a água. Indicado para policiais e bombeiros que trabalham em áreas florestais, quando há bastante contato com a umidade.
Coturno com um visual mais clássico, menos robusto que os anteriores, são feitos com o cano mais longo para aumentar a proteção do tornozelo. Possuem menos detalhes de proteção por serem usados em ambientes mais controlados, como aviões e helicópteros.
Modelo com uma característica importante de proteção para quem trabalha montado sobre cavalos: canos longos que evitam que a perna do profissional tenha contato desgastante com o tronco do animal. Esse modelo também é recomendado para quem trabalha sobre motos e precisa proteger a perna do contato com escapamentos.
Coturno recomendado para locais em que há frio extremo, como o sul do Brasil. É um Coturno feito com material isolante e revestimento interno de lã e feltro. Ele é preparado para amenizar os impactos da baixa temperatura e manter os pés do profissional aquecido.
Modelo mais resistente, feito para profissionais que participam de operações especiais e precisam da máxima proteção, segurança e conforto. É produzido em couro integral impermeável, com uma manta de isolamento térmico e áreas de articulação para um amplo conforto e proteção dos pés.
Seja qual for a atividade realizada, existe um Coturno Militar específico para cada uma delas. É essencial saber que tipo de trabalho será feito para garantir a escolha do EPI correto, pois faz muita diferença estar com um calçado preparado para o frio extremo quando é preciso estar nessa situação, assim como para altas temperaturas. Usar o EPI errado nesses casos não é uma experiência agradável.
Começamos uma série sobre o Coturno Militar, um importante EPI para as mais diversas atividades. O que achou do primeiro conteúdo? Queremos que ele seja bastante informativo e relevante para você. Deixa o seu comentário abaixo e vamos continuar essa conversa.
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Os EPIs precisam ser utilizados de acordo com a periculosidade oferecida pelo ambiente de trabalho em que o profissional está. O Calçado de Segurança pode ser considerado um dos mais necessários, pois protege uma parte extremamente importante e constantemente exposta a riscos, que são os pés. Cada indústria irá exigir um tipo diferente de calçado, seja ela de couro, PVC ou poliuretano (PU), com ou sem biqueira reforçada em aço ou composite, de cano baixo ou longo.
A NR-6 é específica para o uso de EPIs e fala detalhadamente sobre as responsabilidades do empregador, as responsabilidades do empregado e, por fim, do vendedor ou importador do produto. Além de deixar claro a obrigatoriedade do Certificado de Aprovação para a comercialização do Calçado de Segurança. Sem o CA, os calçados não podem ser colocados à venda, caso contrário, estarão infringindo a legislação da área.
As responsabilidades do empregador, do funcionário e dos importadores e vendedores de Calçados de Segurança está detalhada na NR-6. Aqui vamos mostrar as principais informações que deixam claro a importância de respeitar essa norma regulamentadora que visa garantir a segurança e bem estar de todos os envolvidos.
De acordo com a NR-6, é responsabilidade do empregador o fornecimento gratuito do Calçado de Segurança com CA para que o profissional esteja protegido em seu ambiente de trabalho. Assim como o fornecimento, é de responsabilidade do empregador a reposição dos Calçados de Segurança quando necessário.
O EPI deve ser fornecido de acordo com o grau de periculosidade do ambiente. Além disso, o empregador deve fornecer treinamento adequado para que o profissional saiba como utilizá-lo e exigir a utilização correta do Calçado de Segurança.
A NR-6 estabelece que é responsabilidade do empregado a utilização correta do Calçado de Segurança, sua devida manutenção, limpeza e armazenamento correto. Utilizar o EPI apenas para a finalidade a que se destina e comunicar ao empregador qualquer alteração necessária, como a substituição do calçado que ficou impróprio para uso.
Para a NR-6, é responsabilidade do vendedor e importador solicitar a emissão do CA e a sua renovação quando estiver vencido. Solicitar novo CA quando tiver alguma alteração no Calçado de Segurança e se certificar de que o número do certificado e o lote de fabricação esteja devidamente visível no EPI.
A comercialização de Calçados de Segurança apenas com o Certificado de Aprovação, para garantir ao empregador e seus funcionários que o EPI foi devidamente testado para os riscos a que ele estará exposto e que ele fornecerá a proteção devida.
Quando a empresa não providencia o Calçado de Segurança quando é necessário e desrespeita a legislação vigente, ela pode ser multada em caso de fiscalização na empresa. Em caso de fiscalização e descumprimento da norma regulamentadora, a empresa poderá ser multada. As multas estão especificadas na NR-28. Então, é importante que haja o investimento em EPI para evitar gastos desnecessários com multas.
Gostou do conteúdo apresentado neste blog post? Acha que faltou alguma informação importante que precisa ser transmitida? Deixa sua opinião aqui para continuarmos a conversa. Queremos construir um mercado de EPIs cada vez mais seguro e bem informado e queremos que você venha conosco.
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A borracha nitrílica é um copolímero de butadieno e acrilonitrilo, um tipo de borracha especial resistente ao óleo. Além de resistência às altas temperaturas, o solado nitrílico também é resistente aos ambientes frios. Ele também resiste bem à abrasões, sendo um tipo de solado que atende a diferentes demandas e oferece proteção abrangente para os pés do trabalhador.
O trabalhador que está exposto às altas temperaturas precisa de EPIs específicos para a realização de suas atividades e a Bota de Segurança com Solado Nitrílico cumpre esse papel. Ela é produzida com as mesmas características de uma bota com calçado em poliuretano (PU) ou PVC, com a diferença que possui um solado preparado para resistir às altas temperaturas a que o profissional fica exposto.
É essencial que esse calçado tenha o Certificado de Aprovação para atestar que o solado foi devidamente testado nas mais variadas condições de calor e frio e aprovado para o devido uso do profissional. Apenas com o Certificado de Aprovação é possível comercializar esse tipo de EPI, que oferece uma proteção essencial para o bem estar e segurança do profissional exposto ao calor e frio.
Conhecer a anatomia de um Calçado de Segurança é essencial para definir qual modelo escolher e indicar de acordo com o trabalho a ser realizado. Além do Certificado de Aprovação, é preciso determinar qual o melhor tipo de solado, qual o material recomendado para o cabedal, se o cano será baixo ou alto e se o calçado terá elástico ou cadarço.
Entre as características positivas do solado nitrílico, os destaques são:
Entre as características do solado nitrílico que pedem atenção, os destaques são:
O uso da borracha nitrílica para o solado de um Calçado de Segurança é essencial para criar resistência no trabalho em ambientes de contato com o calor. Essa proteção permite ao trabalhador executar tarefas em situações mais extremas e estar devidamente equipado para essa execução.
Saber em que situações extremas ele pode ser utilizado e entender que existe uma opção para disponível no mercado para oferecer essa proteção é importante para um melhor conhecimento sobre o mercado de EPIs, que é bastante amplo e está sempre em renovação.
O que você achou desse conteúdo? Conhecia as características do Solado Nitrílico? Se o material apresentado agregou valor ao seu trabalho, comenta abaixo e compartilha o seu conhecimento sobre esse tema com a gente. Queremos construir um mercado de EPIs cada vez mais bem informado e mais seguro e queremos que você venha conosco.
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A Palmilha de Aço é vista como um acessório estético e de conforto nos Calçados de Segurança, ficando lá dentro, escondida sob os pés. Ela exerce uma função fundamental para o bem estar do trabalhador e para a proteção de seus pés, por isso precisa ser feita em aço. Além de fornecer uma camada de apoio entre o pé e a entressola do calçado, ela protege o trabalhador dos mais variados riscos.
A Palmilha de Aço deve ser utilizada por profissionais que utilizam Sapatos de Segurança em locais de trabalho que apresentam riscos altos para sua saúde. Por se tratar de um material extremamente resistente, não precisa ser utilizado em ambientes em que o nível de risco de acidente é mínimo ou que os perigos para os pés podem ser resolvidos com a palmilha tradicional.
A Palmilha de Aço deve ser fixada na base do calçado, entre a palmilha de montagem e a sola externa, de forma que não possa ser retirada sem danificar o material. Isso é feito para garantir que ela será mantida no local indicado para o correto uso do profissional. Além disso, a Palmilha não deve repousar sobre a biqueira de segurança e nem ser unida a ela.
Você sabe quais são as proteções oferecidas pela Palmilha de Aço? Esse importante acessório do Sapato de Segurança protege os pés do profissional contra os seguintes riscos:
Os EPIs são essenciais para a segurança dos profissionais que trabalham nas mais variadas indústrias, como a da construção civil, farmacêutica, alimentícia e hospitalar. Saber quais são específicos para cada uma dessas indústrias ajuda a minimizar os riscos de acidentes e aumentar as chances de proteção plena.
A Palmilha de Aço é um EPI específico para indústrias que oferecem riscos altos para os trabalhadores. Por isso, é um investimento que deve ser feito de forma planejada e uma recomendação que só precisa ser realizada quando realmente necessário.
Você usa ou recomenda a Palmilha de Aço? É familiarizado com esse tipo de material? Esperamos que tenha gostado do conteúdo apresentado e, caso ache que alguma informação precisa ser adicionada, deixa o seu comentário que teremos o maior prazer em atender seu pedido.
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O resultado desse descuido é o aumento do risco de acidentes de trabalho, que podem ser simples e não deixarem sequelas ou danos permanentes. Mas, também podem ser mais graves e deixar marcas ou, pior ainda, ter efeito permanente, causando a morte do profissional. É responsabilidade da empresa fornecer o EPI e treinamento necessários e responsabilidade do funcionário fazer o uso correto desse material.
Todos os anos, milhares de profissionais se ausentam do trabalho por causa de acidentes. Isso é ruim para o profissional, porque o afasta de suas atividades, o obriga a dar entrada no INSS e pode até prejudicar sua carreira. Também é ruim para a empresa, porque precisa substituir o seu funcionário e investir tempo para ensinar um trabalho que não estava programado.
Em 2015, o Instituto Nacional de Seguridade Social registrou 612.632 acidentes de trabalho, uma queda de 14% em relação ao ano anterior, que teve 712.302 acidentes. O número de mortes foi de 2.502, representando uma queda de 11% em relação a 2014, quando houve 2.819 mortes. Esses números deixam o Brasil como o 4o país do mundo que mais registra acidentes de trabalho. O INSS teve que pagar R$ 5 bilhões ao todo em indenizações por acidente de trabalho, o que acaba encarecendo a máquina pública.
Os trabalhadores do sexo masculino representam 70,32% do total de acidentes e as mulheres são responsáveis por 29,67% deles. Dos 503 mil acidentes registrados com o Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT), 76,28% foram acidentes típicos, decorrentes da atividade profissional. Os acidentes de trajeto representaram 21,08% dos acidentes e os por doença, apenas 2,63%. Desse total, 11 mil acidentes resultaram em incapacidade permanente.
Os pés estão entre as partes do corpo que mais sofrem com os acidentes de trabalho. De acordo com o estudo do INSS, foram registrados mais de 39 mil acidentes na região dos pés, com exceção dos artelhos. Isso coloca essa região do corpo como a 2ª que mais sofre acidentes de trabalho.
Dentre os ferimentos que mais acontecem por causa do uso indevido do Calçado de Segurança ou até mesmo por descuido na hora da realização das atividades, estão as luxações, entorses e distensão das articulações e ligamentos ao nível do tornozelo e pé, com mais de 27 mil acidentes registrados. Os ferimentos do tornozelo e do pé vêm logo na sequência, com mais de seis mil incidentes registrados.
Os profissionais de serviços foram os que mais registraram acidentes de trabalho típicos durante o ano de 2015, que é a edição mais recente do anuário da Previdência Social. Isso inclui áreas como atividades domésticas, hotelaria, alimentação, beleza e segurança. Já por setor de atividade, a indústria representou 41,09% dos acidentes registrados com CAT e serviços significou 55,69% dos acidentes. A agropecuária teve 3,23% dos acidentes.
Todos esses números mostram que realmente há riscos em determinadas profissões e esses riscos podem ser minimizados quando os EPIs necessários são utilizados. Em acidentes graves eles podem não ser suficientes para a devida proteção do profissional, mas nos acidentes em que os riscos são menores, eles podem proteger a integridade física do profissional e evitar que algo pior aconteça.
São números como esses que reforçam a importância do Sapato de Segurança devidamente amparado pelo Certificado de Aprovação, que certifica que o material foi devidamente testado e aprovado para uso. O profissional que precisa utilizar um EPI como o Botina de Segurança irá se sentir mais seguro e, de fato, estará mais seguro, com os pés devidamente protegidos de inúmeros riscos.
O Calçado de Segurança, seja ele de couro, PVC, nylon ou poliuretano, representa uma segurança e conforto para o profissional, que pode realizar suas atividades de forma mais segura e amparada. Se for um Calçado de Segurança com a biqueira reforçada em aço ou composite, melhor ainda para a saúde dos pés e dos dedos do profissional.
Apesar do alto número de acidentes de trabalho registrado no país, este cenário já foi pior e registrou mais incidentes. Em 1972, havia 12 milhões de trabalhadores no país e cerca de 1,2 milhão de acidentes registrados, o que representava 10% da população economicamente ativa. Em 2015, eram 48 milhões de trabalhadores e 612 mil acidentes registrados, representando apenas 1,3% da população economicamente ativa. Essa redução aconteceu graças ao aumento da fiscalização e a criação de normas regulamentadores e padrões a serem seguidos.
Você acha importante o uso correto do Calçado de Segurança e EPIs em geral nos ambientes de trabalho com riscos para o profissional? O que achou dos números apresentados aqui? Compartilha com a gente a sua opinião sobre este tema. Queremos construir um mercado de EPIs cada vez mais seguro e bem informado e queremos que você venha com a gente.
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A principal finalidade do cabedal em um Sapato de Segurança é proteger os pés do Trabalhador, criando uma camada protetora entre o pé e tudo que se encontra nos ambientes em que ele pisa. Além disso, é responsável por proporcionar o visual que o calçado terá, sendo ele com cadarço, de elástico, com cano curto, cano médio ou longo.
Assim como o Solado de uma Botina de Segurança ou a sua Palmilha, o Cabedal pode ser encontrado em modelos diferentes, que serão destinados para funções distintas. Conhecer esses diferentes tipos de Cabedal, assim como toda a anatomia do material, ajuda na hora de escolher e indicar o melhor Sapato de Segurança e garantir que o profissional terá a proteção que precisa para realizar suas atividades.
Cada tipo de indústria precisa de um modelo específico de Cabedal para atender demandas particulares de segurança e proteção para os pés dos Trabalhadores. Neste post mostraremos a você as principais características dos Cabedais feitos em nylon, PVC, poliuretano (PU) e, provavelmente o mais popular, couro. Com essas informações, você terá conhecimento e embasamento para recomendar os cabedais mais indicados para cada atividade.
O Cabedal de Couro é indicado para o trabalho na maioria dos ambientes, por ser bastante resistente, durável e oferecer proteção contra os mais variados tipos de riscos a que os Trabalhadores estão expostos. Protege os pés do usuário contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos, contra agentes abrasivos e escoriantes e contra choques elétricos.
Cabedal feito em PVC (plástico) com toque emborrachado que melhora o grippe, melhora a resistência à abrasão, impede o ressecamento, trincas e minimiza a agressão do sangue. Cabedal indicado para o trabalho em indústrias químicas em geral, postos de gasolina, usinas de cana de açúcar, saneamento básico, agricultura e jardinagem.
Cabedal de Poliuretano (PU) oferece impermeabilidade, isolamento térmico e facilidade na higienização. Indicado para trabalho no setor alimentício, ambientes refrigerados, contato com graxas, solventes e hidrocarbonetos leves (derivados de petróleo).
Cabedal feito em nylon reduz os níveis de transpiração, aumenta a respiração do Calçado de Segurança, resistente a óleo combustível e indicado para uso eletricista. Deixa o calçado mais leve, macio e altamente flexível, deixando o movimento mais natural. Indicado para diversos ambientes de trabalho que proporcionam riscos leves.
Assim como conhecer o tipo de Biqueira mais indicado, o Solado ideal e a Palmilha mais segura, conhecer as informações mais importantes sobre o Cabedal é essencial para a escolha e recomendação correta de um Calçado de Segurança. Muito mais do que a aparência do calçado, o cabedal oferece conforto, proteção, segurança e flexibilidade para que o profissional exerça suas atividades no dia a dia.
Conhecer as principais características de cada um faz com que você saiba quando o mais recomendado é o couro, o nylon, o PVC ou o poliuretano (PU). Acha que esse conteúdo foi importante para você? Tem alguma informação para acrescentar? Compartilha a sua opinião com a gente. Queremos construir um Mercado de EPIs cada vez mais informado e mais seguro e queremos que você venha conosco.
Um grande abraço!
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Os pés são essenciais para a vida do profissional, pois são responsáveis por providenciar todos os tipos de movimento do corpo e de mantê-lo em pé, por isso, a sua proteção é extremamente necessária para que as atividades rotineiras possam ser exercidas de forma satisfatória. Ninguém quer ter que ficar “encostado” em casa sem poder caminhar direito ou ter sequelas por algum acidente que poderia não ter machucado tanto se os EPIs estivessem sendo usados adequadamente.
É de responsabilidade do empregador fornecer a Bota de Segurança (ou Botina de Segurança como alguns chamam) para os seus funcionários, e ela deve estar de acordo com o tipo de ambiente em que o profissional irá trabalhar, além de possuir o Certificado de Aprovação para garantir que é um material de qualidade, que foi testado e aprovado pelo Ministério do Trabalho e Emprego para ser utilizada em ambientes que oferecem qualquer tipo de risco.
Cabe ao trabalhador fazer bom uso do EPI fornecido pelo seu empregador, respeitando a orientação básica de apenas utilizá-lo para os fins a que é destinado, ou seja, apenas no ambiente de trabalho, nos locais em que ele está exposto aos riscos da sua atividade. A sua conservação e limpeza também são de responsabilidade do trabalhador, que devem sempre guardar a Botina de Segurança em local fresco e arejado.
Conhecer a Bota de Segurança, desde a sua anatomia até as proteções que ela oferece para os profissionais, é essencial para explicar a sua importância e utilidade. Iremos mostrar para você quais são as principais proteções oferecidas por esse importante EPI.
O cabedal é a área externa do Calçado de Segurança, a parte que abraça o pé e também a mais visível, já que é a mais aparente, onde está o cadarço, quando há cadarço e onde está a biqueira e o contraforte. O cabedal da Botina de Segurança pode proteger você contra os seguintes riscos:
A biqueira fica localizada na parte dianteira da Botina de Segurança, geralmente protegida pelo cabedal, por isso não é uma área visível. As biqueiras mais populares das Botinas de Segurança são feitas em aço ou composite, materiais que oferecem proteção contra os seguintes riscos:
O solado fica localizado na parte de baixo do Sapato de Segurança, é a área que está em contato com o chão. A Botina de Segurança pode ter o seu solado feito em PVC ou poliuretano (PU). Quando feito em poliuretano, pode ser de monodensidade, quando há apenas uma injeção do material, ou bidensidade, quando há duas injeções do material. Ele oferece proteção contra os seguintes riscos:
A utilização de EPIs em ambientes de trabalho que oferecem risco é essencial. É importante que os empregadores tenham sempre essa consciência, para fornecer todo o material que seus funcionários precisam. E os trabalhadores precisam entender a importância de estar com a Bota de Segurança nos ambientes em que seu uso é exigido e estar ciente da sua responsabilidade com limpeza, conservação e a estocagem do calçado no local adequado.
Você trabalha com Botinas de Segurança? Conhece sua anatomia e importância no dia a dia? Ter consciência dessas informações é essencial para saber qual EPI recomendar e quais características destacar quando for realizar uma venda ou até mesmo usar!
Achou essas informações relevantes ou acredita que há mais dados a serem informados? Compartilha com a gente a sua opinião. Queremos construir um Mercado de EPIs mais seguro e queremos que você venha conosco.
Um grande abraço!
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A Bota de Segurança é um EPI e a sua utilização está regulamentada na NR-6, que detalha a obrigatoriedade de utilização dos Equipamentos de Proteção Individual nos ambientes em que são necessários. Além disso disso, a NR-18 trata das questões de segurança na área da construção civil, uma das que mais é utilizada a Bota de Segurança com Biqueira de Aço. Em nenhuma dessas normas regulamentadoras consta que a biqueira de aço foi proibida na confecção das Botas de Segurança.
A melhor forma de evitar desinformação quando essas notícias duvidosas começam a surgir é procurar os órgãos competentes e verificar o que eles têm de informação para confirmar sobre as suas dúvidas. Em tempos de internet, necessidade de compartilhar informações e parecer que está por dentro de tudo, as pessoas nem checam o que espalham por aí.
É importante acessar o site do Ministério do Trabalho e Emprego e entrar em contato com as pessoas responsáveis por essas informações para verificar se algo foi alterado ou não. Também é importante conhecer as normas mais atuais da ABNT e constantemente revisar o que é passado nas normas regulamentadoras das áreas em que você atua. No caso das Botas de Segurança com Biqueira de Aço, é recomendado ficar de olho na NR-6 e na NR-18.
A Bota de Segurança com Biqueira de Aço é um EPI essencial para os profissionais que trabalham na indústria civil e outras áreas que oferecem riscos altos ao trabalhador. Feita com aço inoxidável, localizada na ponta do calçado, serve de proteção para os dedos e ponta do pé como um todo. Para ser comercializada, precisa possuir o Certificado de Aprovação, que comprova que o material foi todo devidamente testado para os tipos de contatos que receberá durante a sua utilização.
Outro ponto importante que deve ser respeitado pela Bota de Segurança com Biqueira de Aço é a ausência do chamado “efeito guilhotina”. Isso acontece quando EPIs feitos sem o devido respeito às normas exigidas para a obtenção do CA são comercializados e colocam em risco a segurança do profissional. No “efeito guilhotina”, o peso feito sobre a Biqueira de Aço pode fazer com que esse material pressione os dedos do usuário e acabe cortando essa parte dos pés. Mas isso só é possível se o EPI não for produzido corretamente, não suportar a carga que deve suportar e nem oferecer a proteção que precisa.
Ao contrário do que você possa ter ouvido por aí, a Bota de Segurança com Biqueira de Aço continua legalizada e pode ser comercializada normalmente. A informação de que foi proibida não é verdadeira e pode ser verificada com uma rápida consulta às normas regulamentadoras que regem a indústria de EPIs e construção civil, área que utiliza de forma regular esse tipo de material de segurança.
Você achou que a Biqueira de Aço estava proibida? Acha que o conteúdo desse post foi útil para o seu dia a dia? Deixa aí seu comentário e vamos continuar essa conversa. Queremos construir um Mercado de EPIs cada vez mais seguro e bem informado, e queremos que você venha conosco.
Um grande abraço!
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